Vox Populi
De boas intenções está o inferno cheio.
do sentido dado aos passos, aos passos que nos consentimos dar...
De boas intenções está o inferno cheio.
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3/11/2007 10:05:00 p.m.
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Já consigo usar o que comprei há mais de 3 anos...
Assim vou poder postar fotografias tiradas antes das máquinas digitais existirem...
Para já ficam visíveis algumas tiradas na Guatemala.
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3/10/2007 11:01:00 p.m.
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3/10/2007 10:46:00 p.m.
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3/09/2007 11:18:00 a.m.
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Este fim-de-semana a TDM vai passar um programa sobre José Rodrigues Figuéis...
(o anúncio é feito por escrito e acompanhado pela voz de um locutor!)
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3/09/2007 09:51:00 a.m.
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3/09/2007 09:30:00 a.m.
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Candeia que vai à frente ilumina duas vezes.
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3/09/2007 09:04:00 a.m.
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Entre os adeptos da legalização, tornou-se quase um lugar-comum dizer que "todos somos contra o aborto". Em alguns casos, tratar-se-á porventura de uma convicção sincera, embora incoerente. Na maioria, parece ser apenas uma operação de marketing não demasiado convincente, uma vez que esse discurso de moderação disfarça mal a crueza da mensagem.
Por que é que somos (e devemos ser) contra o aborto? Do meu ponto de vista, porque o aborto (legal ou clandestino) é um mal. Porque impõe sem condições o sacrifício da vida pré-natal, sendo que a vida humana é o bem jurídico mais valioso em qualquer ordem política. E porque o aborto voluntário (legal ou clandestino) tem um efeito destrutor na própria mulher e mãe: é uma violência física e psicológica, que humilha, agride e dilacera a mulher no nível mais profundo da sua feminilidade e da sua dignidade pessoal. Ao atentar contra o próprio filho não nascido, a mãe fere-se a si mesma.
É por isso que votamos "não". Por um lado, o aborto livre até às 10 semanas consagra o poder arbitrário da mãe sobre a vida do seu filho nascituro, configurando um direito absoluto de disposição sobre um ser humano, o que é inaceitável. O Estado não pode deixar de proteger essa vida, a que corresponde o mais primordial dos direitos. Por outro lado, a liberalização multiplicaria o número de abortos, alastrando o sofrimento e o ultraje da mulher.
Ao contrário, no discurso recente dos activistas do "sim" não se vislumbram as razões pelas quais o aborto seja um mal que devamos evitar: o embrião ou o feto voltam a ser degradados à condição de um "anexo" da mulher grávida, sem dignidade própria e valor intrínseco; o aborto legal é proclamado "seguro", e as respectivas sequelas físicas e psicológicas seriam lérias e demagogia dos partidários do "não". Tudo indica, portanto, que para os promotores da liberalização o aborto é um "bem": liberta a mulher de um incómodo "monte de células" e permite-lhe "desenvolver livremente o seu projecto de vida", sem ter que dar explicações a ninguém. E é safe: nem riscos, nem traumas. Daí, a sua reclamação do direito ao aborto - que é, no fundo, o que está em causa neste referendo.
Aliás, se "todos somos contra o aborto" e queremos evitá-lo, qual o sentido de o oferecer como se fosse um serviço de saúde? A ideia peregrina de que a liberalização, em si mesma, pode reduzir o número de abortos não tem qualquer lógica, senso ou razão. O sinal emitido para a sociedade da legalização do aborto não poderia ser senão o da sua "bondade". E só poderíamos esperar - como sucedeu noutros países - um efeito de escalada: uma progressiva insensibilização relativamente ao valor da vida, uma gradual trivialização do aborto, um alargamento dos prazos e dos fundamentos da sua licitude. Uma vez aberta a porta - do aborto "porque sim" até às 10 semanas - não há nenhum argumento consistente para parar aqui.
De facto, para as hostes do "sim", o aborto em si mesmo não é mal nenhum - pelo contrário, já que o convertem em objecto de um direito da mãe - desde que não seja clandestino. Se quisessem verdadeiramente combater o aborto (e também a clandestinidade), não pretenderiam desviar recursos públicos - que são sempre escassos - do apoio à maternidade para a sua promoção legal. Querem, sim, um aborto asséptico, organizado, gratuito e garantido, eficiente, burocrático, banal. A banalidade do mal.
E seriam duas as vítimas: os filhos não nascidos, silenciosamente liquidados em clínicas "seguras", às mãos de zelosos médicos pró-escolha ("todos contra o aborto"...); e as mulheres e mães, atiradas para o aborto legal, humilhadas e sozinhas - sem o amparo da lei - perante a pressão infame do namorado, dos pais ou do patrão, do desemprego ou da rejeição, e sem verdadeira "opção".
É isto que nos querem oferecer? Nem pensem... merecemos melhor!
Alexandra Teté
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3/08/2007 04:45:00 p.m.
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Como a demagogia e o facilitismo impera, a chacina dos que não têm voz e nunca chegarão a tê-la foi finalmente legalizada em Portugal.
E a cereja em cima do bolo foi mesmo a data escolhida!
Cambada de hipócritas demagogos!
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3/08/2007 04:37:00 p.m.
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3/08/2007 04:16:00 p.m.
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A mulher quer-se pequena e viva como a sardinha.
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3/08/2007 04:14:00 p.m.
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3/07/2007 08:09:00 p.m.
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João T., Fernanda C., Passo Consentido.
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3/06/2007 03:34:00 p.m.
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A esperança é sempre a última a morrer.
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3/06/2007 03:33:00 p.m.
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3/02/2007 09:46:00 a.m.
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Que morreu Camilo Pessanha, o poeta de "Imagens que passais pela retina dos meus olhos".
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3/01/2007 05:33:00 p.m.
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3/01/2007 05:23:00 p.m.
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O tempo passa vertiginosamente e Março aqui está!
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3/01/2007 05:21:00 p.m.
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2/26/2007 11:29:00 a.m.
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Uma voz que ouço desde os 10 anos: a de Mireille Mathieu.
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2/22/2007 12:36:00 p.m.
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2/22/2007 12:05:00 p.m.
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2/20/2007 03:45:00 p.m.
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Foi o que um australiano fez para entrar no Guiness Book of Records...
Partiu cerca de 50 melancias em 50 segundos.
Melancias para quê?!
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2/20/2007 03:42:00 p.m.
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2/18/2007 12:42:00 p.m.
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Em fim-de-semana de passagem de ano, na China, e de Carnaval, em muitos países aqui fica a fantástica voz de Simone.
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2/17/2007 10:41:00 p.m.
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Até nesta calma Estrada da Aldeia está a sentir-se o rebuliço da chegada do Porco...
Que venha anafadinho, saudável e bem disposto.
E que os panchões párem depressa para que o silêncio da Natureza se instale, quebrado apenas pelos chilreios dos meus vizinhos pássaros.
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2/17/2007 10:12:00 p.m.
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2/17/2007 10:01:00 p.m.
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Cá em Macau, para além de muita "apadrinhagem" existem crianças "autísticas".
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2/16/2007 05:29:00 p.m.
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Graças à chegada do Porco vamos ter 5 dias de férias!
Apesar do Cão estar de partida, vou ter os meus dias cheios deles.
Em casa e na Anima.
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2/16/2007 05:26:00 p.m.
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2/16/2007 05:20:00 p.m.
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É o que dá ouvir música pela manhã a caminho do trabalho...
Há sempre uma que nos fica no ouvido e depois andamos a trauteá-la o dia todo!
A recordação de Glória Gaynor.
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2/16/2007 04:19:00 p.m.
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Aqui ficam as imagens...
Ao vivo e a cores, a prova de que as bestas são normalmente os Homens...
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2/15/2007 05:01:00 p.m.
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2/15/2007 03:55:00 p.m.
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Quem semeia ventos, colhe tempestades.
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2/15/2007 03:51:00 p.m.
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2/14/2007 01:02:00 p.m.
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Norberto Bobbio, laico e liberal progressista, considera que “o direito do nascituro pode ser respeitado somente deixando-o nascer”, e afirmou: “surpreendo-me que os laicos deixem aos crentes a honra de afirmar que não se deve matar”.
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2/14/2007 12:55:00 p.m.
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Há bocado, no Jornal da Tarde da RTP, uma pessoa fez votos para que os serviços municipais de certa cidade nortenha "deiam" tolerância de ponto aos adeptos de futebol, para que possam assitir a um jogo que se realizará à tarde. Seja feita a sua vontade!
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2/13/2007 10:29:00 p.m.
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2/13/2007 04:44:00 p.m.
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2/13/2007 03:19:00 p.m.
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Olhos que não vêem, coração que não sente.
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2/13/2007 03:18:00 p.m.
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2/12/2007 10:30:00 a.m.
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Coloane, Primavera 2006
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2/12/2007 10:00:00 a.m.
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2/11/2007 09:25:00 p.m.
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2/10/2007 08:34:00 a.m.
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O fraco chefe faz fraca a forte gente.
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2/10/2007 08:32:00 a.m.
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2/09/2007 10:33:00 a.m.
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