julho 12, 2007
Vox Populi
O homem que pensa que pode viver sem os outros está equivocado; o homem que pensa que os outros não podem viver sem ele, está ainda mais equivocado.
Provérbio judaico
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FPG
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7/12/2007 09:50:00 p.m.
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Your Song 2002
Não conhecia esta interpretação conjunta de Elton John e Alessandro Safina.
Gostei muito. Entristece-me a causa.
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7/12/2007 09:54:00 a.m.
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julho 11, 2007
No Kids - Best-seller em França apresenta '40 razões para não ter filhos'
A notícia foi tirada da BBC Brasil.
"No momento em que a França lidera os índices de taxa de fecundidade na União Europeia, o livro "No Kids – Quarenta razões para não ter filhos", recentemente lançado no país, lança um apelo para que as pessoas não tenham descendentes e diz que o controle da natalidade “é a única esperança” para uma sociedade melhor.
O livro, lançado pela Editora Michalon, já vendeu 45 mil exemplares e está nas listas dos mais vendidos em França. A tiragem inicial foi de 10 mil cópias e, em apenas um mês, No Kids já vai na sua quarta tiragem.
A autora, Corinne Maier, psicanalista e economista, já havia causado polémica 2004 quando lançou "Bom dia Preguiça", no qual ensinava como manter o emprego trabalhando o menos possível.
“Franceses, enfim a verdade: as crianças são o inferno. Quarenta razões para não ter filhos são ainda bem pouco. No nosso país, líder em natalidade na Europa, só há uma única solução: a contracepção”, escreve a autora no seu site internet para explicar seu novo livro.
Segundo Maier, 43 anos e mãe de dois adolescentes, de 13 e 11 anos, “quanto mais a natalidade aumenta, menos as pessoas dizem que são felizes”.
"Aspiração idiota"
Para ela, filhos “custam caro, poluem e sobretudo afundam a existência das pessoas”.
“Para os filhos, devemos renunciar a tudo o resto, como lazeres, vida de casal, amigos, sexo e mesmo sucesso social no caso das mulheres. E isso, durante 20 anos, até que a maravilhosa criança radiante se transforma em um jovem sem futuro, um desempregado, um perdedor”, diz ela.
No melhor dos casos, segundo sua avaliação, o filho se transformará em “simples recursos humanos” para a sociedade.
Os títulos dos capítulos de No Kids dão um boa ideia da tese defendida pela autora.
O livro aborda inicialmente o desejo de ter filhos, definido como “uma aspiração idiota”. Depois a autora analisa a fase “metro, trabalho, crianças, não obrigado” e diz noutro capítulo que filhos são “aliados do capitalismo”.
Maier escreve também que as pessoas ficarão “certamente decepcionadas com os filhos” e conclui com a seguinte questão “por que se matar por alguém que será um excluído no futuro”?
"Um fardo, um parasita".
Para a autora, os filhos impedem as pessoas de desfrutar da vida. “Acreditem, eles serão criativos nessa área. Eles ficarão doente quando você quiser sair para se divertir e vão atrapalhar quando você fizer uma festa com os amigos”.
A escritora utiliza frases pesadas para defender suas ideias, como, por exemplo, “você vai carregar seu filho durante décadas. Um verdadeiro fardo do qual será difícil ficar livre. Um conselho: se fôr para alimentar um parasita, prefira um gigolô.”
Maier afirma que o facto dela mesma ter tido filhos permite que tenha a independência necessária para falar sobre o assunto. “Se eu não tivesse filhos, achariam que sou uma velha amarga”.
Para o jornal Le Figaro, No Kids é um “ensaio provocador”. O jornal escreve que a ironia da autora “ajuda a expor de forma divertida ideias sem grande originalidade, como seu discurso sobre a idolatria dos filhos e os malefícios da educação contemporânea”.
A autora trabalha actualmente como psicanalista em Paris e Bruxelas, depois de ter sido despedida da companhia de energia francesa EDF, conseqüência da publicação de “Bom dia Preguiça”.
Além do livro de Corinne Maier, o filme "Eu detesto os filhos dos outros", lançado na semana passada no país, também aborda de forma irónica o assunto."
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7/11/2007 10:28:00 p.m.
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Burano, Veneza, Setembro 2001
Podem ter-se conhecido três ou quatro mil pessoas, mas só se fala de seis ou sete.
Elias Canetti
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7/11/2007 10:06:00 p.m.
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Vox Populi
Ter saudades do passado é correr atrás do vento.
Provérbio russo
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7/11/2007 09:52:00 p.m.
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julho 10, 2007
Queria eu...
Ter rentabilizado bem o tempo de espera para a consulta de Fisiatria...
Saí do hospital para ir ao banco.
Resolvi ir pela Av. da Amizade - engarrafamento devido a acidente.
Ao chegar ao banco deparei com este cheio - o depósito por ATM revelou-se impossível porque não havia envelopes; uma seca valente no banco porque o pessoal trabalha a passo de caracol e os clientes não preenchem os talões antecipadamente...
A seguir ir pôr gasolina - a bomba estava fechada para abastecimento. Yes!
E mais duas voltas ao hospital a suar as estopinhas para encontrar estacionamento para o carro...
O que vale é que o dia, apesar de escaldante, estava lindo.!
Adoro o Verão!
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7/10/2007 10:56:00 p.m.
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Rialto, Veneza, Setembro 2001
Os moralistas que louvam o trabalho fazem-me pensar nos palermas que foram ludibriados numa barraca de feira e que tentam fazer os outros entrarem ali de qualquer maneira.
Jules Renard
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7/10/2007 10:40:00 p.m.
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Vox Populi
Um pássaro nunca faz ninho numa árvore seca.
Provérbio japonês
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7/10/2007 10:37:00 p.m.
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Flamenco - Alegrias
Mexam as mãos como pombas! Olé!
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7/10/2007 12:21:00 p.m.
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julho 09, 2007
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Burano, Veneza, Setembro 2001
Talvez a maior lição da história seja que ninguém aprendeu as lições da história.
Aldous Huxley
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7/09/2007 10:41:00 p.m.
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Vox Populi
Quando a Lua não está cheia, as estrelas ficam mais brilhantes.
Provérbio africano
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7/09/2007 10:38:00 p.m.
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julho 08, 2007
Ténis em Wimbeldon vs. barcos-dragão em Macau, ou a discriminação sexual no Séc. XXI
Já há cerca de 3 semanas planeava abordar o facto de nas Corridas de Barcos-Dragão organizadas, em Junho, em Macau ter sido mais que óbvia a justiça de funil entre homens e mulheres que continua a grassar por estas bandas.
Porque os prémios atribuídos foram disso a prova evidente: nas regatas finais, as mais importantes, foram distribuídos prémios pecuniários...
Homens Mulheres
1o. USD 2500 1o. USD 2000
2o. USD 2000 2o. USD 1500
3o. USD 1500 3o. USD 1000
As mulheres correm em barcos do mesmo tamanho e com o mesmo número de atletas que as equipas masculinas.
Graças às naturais diferenças de que a Natureza nos dotou, os tempos masculinos são inferores aos femininos. Será neste "petit detail" que os machões que dominam a organização se fundamentam para sustentar a discriminação?
Porque, hoje, a tenista Venus Williams tornou-se na primeira mulher a receber o mesmo prémio pecuniário que o vencedor masculino (a esta hoa ainda desconhecido) vai levar para casa. Deveríamos seguir estes exemplos, e não outros como a prostituição que por cá se encontra em todas as esquinas.
E depois admiram-se com os resultados mundiais sobre a condição feminina em Macau...
Quem dera que os americanos estivessem errados e não tivessem motivos para apontar o dedo à RAEM.
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7/08/2007 11:39:00 p.m.
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