junho 26, 2007

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Burano, Veneza, Stembro 2001
Quando percebo, não penso o mundo, ele organiza-se diante de mim.
Maurice Merleau-Ponty

"Imagens que passais pela retina dos meus olhos"


Veneza, Setembro 2001

O mundo tem mais uma mulher!

Carolina Sereno Santos.

Vox Populi

Gente nova e lenha verde, tudo é fumo.
Provérbio galego

junho 25, 2007

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Veneza, Stembro 2001
Que a cidade seja naturalmente anterior ao indivíduo é evidente.
Aristóteles

Vox Populi

Uma pessoa nascida para ser um vaso de flor não irá além da varanda.
Provérbio mexicano

Parabéns!

Dinis P. T.

junho 24, 2007

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As observações e as vivências do solitário que só fala consigo próprio são simultaneamente mais indistintas e intensas do que as do homem social e os seus pensamentos são mais graves, mais fantasiosos e nunca sem uma coloração de melancolia. Imagens e impressões que outros poriam naturalmente de lado após um olhar, um sorriso, um comentário, ocupam-no mais do que é devido, tornam-se profundas no silêncio, ganham significado, transformam-se em acontecimento, aventura, emoção. A solidão cria o original, o belo ousado e estranho cria a poesia. Mas cria também o distorcido, o desproporcionado, o absurdo e o proibido.
Thomas Mann
Polunnaruwa, Sri Lanka, Janeiro 2000

"Imagens que passais pela retina dos meus olhos"


Tashkent, Uzebequistão, Junho 2001

Vox Populi

O dinheiro é um bom empregado, mas um mau mestre.
Provérbio mexicano

Parabéns!

Ma. João A.

junho 23, 2007

"Imagens que passais pela retina dos meus olhos"


Veneza, Setembro 2001

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Ninguém está mais longe da verdade do que aquele que conhece as respostas todas.
Anónimo
Veneza, Setembro 2001

Vox Populi

A língua resiste porque é mole; os dentes cedem porque são duros.
Provérbio chinês

Parabéns!

Graziela F.

junho 22, 2007

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Todos os homens vivem e agem, em parte, segundo as suas próprias ideias e, em parte, segundo as ideias alheias. Uma das principais diferenças que existem entre os seres humanos consiste na medida em que se inspiram nas suas próprias ideias ou nas dos seus semelhantes. Uns limitam-se a servir-se das suas ideias como de um jogo intelectual, usam a razão como a roda de uma máquina da qual houvessem tirado a correia transmissora, submetendo os actos às ideias dos outros, ou seja, aos seus costumes, tradições e leis. Outros consideram que as suas ideias constituem o principal motor da actividade que desenvolvem e quase sempre obedecem às exigências da sua razão. Só de vez em quando, depois de uma apreciação crítica, se guiam pelas normas dos outros.
Leon Tolstoi
Veneza, Setembro 2001

"Imagens que passais pela retina dos meus olhos"


Veneza, Setembro 2001

Vox Populi

A tentação é doce no início e amarga no fim.
Provérbio judaico